A revolução do mercado fonográfico prova que no mercado, o poder está nas mãos dos internautas.
Veja o que Rodrigo Martins escreveu no Link do Estadão: "Não deu outra. Até dezembro, a associação das gravadoras dos EUA, a RIAA, que já havia processado 35 mil internautas, avisou que não processaria mais ninguém. O foco agora seria em parcerias com sites, como o que foi feito com o MySpace: as majors disponibilizaram todo o seu catálogo para ouvir de graça, via streaming. O lucro vem com patrocínios. Para baixar, ainda é preciso pagar. No Brasil, a gravadora Trama quebrou essa barreira. Todos os seus lançamentos serão disponibilizados gratuitamente para downloads. O lucro virá com empresas patrocinadoras.No mesmo movimento, os produtores de programas para TV começaram a liberar seus conteúdos. Ainda não para download, mas já dá para assistir os desenhos do South Park e a série Lost, por exemplo. Os jornais e revistas vão na mesma linha. Seguindo a tendência aberta pelo The New York Times em 2007, The Wall Street Journal, The Times e Veja, abriram seus acervos na web, antes só para assinantes." (fonte
http://www.link.estadao.com.br/index.cfm?id_conteudo=15114).
Isto é uma amostra das muitas coisas que podem ser transformadas através da inclusão digital.
Pare e pense em todas aqueles serviços que voce paga, as vezes paga muito caro, e realmente não precisaria nem sequer pagar.
Tem um conto chamado "A decadência do Homem Gravata", escrito pelo amigo Hernán Casciari, que ilustra muito bem isto. Recomendo voce ler em
http://orsai.es/2007/10/la_decadencia_del_hombre_corbata.php.
Está traduzido ao Português, basta voce dar scroll down...divirta-se!